sexo
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Arrá!
Basta escrever a palavrinha mágica pra te arrancar atenção, né?
Pois lá vão três sites divertidos, no tema:
Sexy Is…
Don’t stay a virgin
Are you british in bed?
Arrá!
Basta escrever a palavrinha mágica pra te arrancar atenção, né?
Pois lá vão três sites divertidos, no tema:
Sexy Is…
Don’t stay a virgin
Are you british in bed?
Na lista de coisas que restam por fazer na vida; posso retirar uma:
Esta noite eu dormi na aula e já estava dentro de um bom sonho quando meus colegas me cutucaram pra avisar que eu estava roncando.
O pior de tudo é que naquele breve instante entre o dormir e o acordar; ouvi meu próprio ronco.
Pra atender a minha egolatria e em tentativa desesperada de auto-satisfação, tenho mais uma novidade:
A seção de filmes. Por ora, dedica-se a listar os filmes que assisto diariamente, acompanhados de uma breve opinião e nota.
Pouco interessam os empregos gerados, o balanço e receita, a sede ou patrimônio da empresa. Ao menos nesta, interessam mais outros tipos de ativos e passivos (sem viadagem, caraleo), a capacidade de inovação, a disposição para investimento e o olho sempre atento para mercado e público.
A empresa do ano (por mais de um ano consecutivo) é a produtora de filmes pornográficos Brasileirinhas.
Por quê? Pela capacidade de trazer para os seus quadros funcionais gente de garbo, elegância e da finesse das altas rodas famosísticas nacionais (para não falar em Alexandre Frota e Mateus Carrieri e o traveco do Ronaldo, que de garbo, elegância e finesse não têm nada, esses barbados - raspadinhos ou não - e seus penduricalhos coadjuvantes). É de dar inveja às perfurações da Petrobrás e fusões da Vale, é ou não é?
Pois senão vejamos, já foram chamadas às trincheiras:
A sem-vergonhice nacional, antes restrita às Playboys e, mais tarde, à revista Sexy, agora chega às ‘fitas’ pornográficas. É de se estourar fogos, pular de júbilo. Se é verdade o que dizem por aí e Deus é brasileiro, esse cara sorri pelos cantos da boca numa tremenda dificuldade em manter a seriedade que lhe é exigida.
Não sou bom em atender as expectativas alheias. Gosto de estar sozinho e dou exclusividade às frivolidades e egoísmos; mais do que seria aconselhável.
Pessoas requerem atenção diária, têm datas comemorativas, carências… Eu mal consigo lembrar do meu próprio aniversário, por exemplo, quanto mais o dos outros
Seja uma planta ou mesmo um bicho, sou ruim com todos. Gente, então; ô raça difícil de se manter à volta.
I’m broken babe, e não sei se tenho conserto.
Um novo projeto, exposição(exploração) voluptuosa da politiquê que habita este meu corpo moreno; O sonho acabou nasce para dar vazão a algumas antigas vontades: suprir a carência de vozes dissonantes em um Brasil de discurso comunista e de necessidades capitalistas, meu engajamento pessoal na política, dar à luz a um blogue temático e, por fim, possibilitar que amigos ou até desconhecidos (desde que de capacidade intelectual aprovada) compartilhem opiniões e o espaço.
Parece piada, mas tem gente que não sabe que O Sonho Acabou… O comunismo morreu.
‘ave maria’, ele dizia; quando pensava numa guria mais do que devia…
Chegamos em Curitiba e fomos recepcionados pelo modus curibitanus de dar boas-vindas.
“Não são dois? Três pessoas? Putaqueopariu!” disse-nos o motorista.
Deixados no aeroporto para outra van de transfer nos buscar, o que aconteceu 20 minutos depois, estávamos tranquilos.
A van passeou pela cidade inteira até chegar num hotel. Ao chegarmos, alertamos: Não é este… E o Gabriel foi até a recepção checar a informação.
O dono das vans - e motora da nossa viagem, no entanto, disse que era aquele mesmo e não nos levaria a outro. Desceu, disparando palavrões carinhosos à vida e aos céus, tirou nossas malas na calçada e foi embora.
Ficamos lá quase duas horas esperando novo transfer, papos inter-hotéis e outros.
Eis o registro fotográfico da denúncia e o registro do nascimento de mais um termo maluko DEEENÚNCIA!!:
de passagem em porto alegre, o saudoso fabricio,
vulgar e eternamente conhecido como siciliano.
z café, 01/05
Saquei um toddynho, tirei o canudo e o sacudi. Notei que estava sacudindo o canudinho e não o achocolatado; quando pensei em implantar um placar de dias sem acidentes aqui em casa.
Sou afeito a esses pequenos erros, o que torna alguns tipos de acidentes caseiros bem mais prováveis. Não bastasse isso, moro com uma irmã que não reconhece o conceito de redução de riscos: se eu penso uma vez antes de colocar algo pendurado; não coloco. Sei que mais dia ou menos dia aquilo vai ser derrubado. Ela assume riscos; eu entendo que riscos devem ser assumidos quando o resultado pode ser positivo, não pela preguiça de fazer diferente.
Confesso que já torrei algumas chaleiras e utensílios domésticos por descuido, deixei a porta do freezer aberta descongelando quilos de carne (…) e outras coisinhas igualmente desimportantes, mas são todos erros explicáveis e justificados, eu garanto. Ora a bebida me nocauteou e retornei pra ver a chaleira ainda no fogo somente na manhã seguinte; ou a tevê tomou minha atenção - certamente alguma notícia de interesse público e extrema importância - que eu só fui lembrar do fogo duas horas depois.
Hoje mesmo, provando o meu ponto sobre a assunção de riscos, coloquei no forno uma forma cheia de nuggets. Hmm, delícia! Voltei ao quarto com a consciência tranqüila de quem garante uma refeição futura e só apareci na cozinha ao sentir um cheiro estranho; o que seria? Era o cheiro do placar marcando zero dias sem acidentes domésticos. Não percebera, lá dentro, um bagulho cujo nome não conheço, uma espécie de suporte de panela para fogão com pegador de plástico. Obviamente a porção de plástico praticamente inexistia a essa altura e, em estado líquido, circundava meus saudosos nuggets. Foi então que minha irmã - sempre na hora certa - apareceu perguntando o que era o cheiro; para, após descobrir e com cara de poucos amigos, questionar do que diabos eu estava rindo. Se ela não vê graça na desgraça, eu sou obrigado a ver, ainda mais porque, no fundo, atribuo a culpa a ela. Ria da estupidez alheia em aceitar os riscos. O meu papel nisto tudo? Um ponto cego ao colocar a forma lá dentro, não há falha lógica, de compreensão ou inteligência. Se eu tivesse olhos nos joelhos, quem sabe?
Ainda sou o maioral da casa, pronto, falei.
… o milagre do caixa eletrônico, ou da multiplicação dos dinheiros.
… o milagre do taxi; a máquina laranja de teletransporte por comando de voz.
… o milagre da multiplicação dos pães; a tele-entrega de bauru.
- Bom dia! Aqui é não sei o quê da Brasil Telecom, eu poderia falar com o responsável pela linha da GVT?
- É ele.
- Sr. Paulo?
- Sim.
- Bom dia!
- Bom dia.
- O senhor já teve uma linha da Brasil Telecom, não é verdade?
- Sim.
- E o senhor cancelou o serviço por …
- Péssima qualidade.
- Qualidade do serviço ou atendimento?
- Atendimento.
- Mas o serviço era bom …
- O serviço é um telefone; Telefone liga. Quando deixa de ligar é que se precisa do atendimento e esse, na Brasil Telecom, é uma droga.
- O senhor aceitaria uma contraproposta da Brasil Telecom?
- Não.
- Mas o senhor poderia voltar a ter os serviços da Brasil Telecom, com vantagens.
- Não vejo vantagem. Eu cancelei e não quero a Brasil Telecom nunca mais.
- (silêncio)
- Tenho um amigo que enfrenta, hoje, os mesmos problemas que eu enfrentei há mais de dois anos, não mudou nada. Ele ficou dois meses sem telefone, não o deixaram nem cancelar a linha com promessas de vantagens que nunca se cumprem porque o técnico não vai, ou vai fora do horário combinado, entre outras.
- Ok, obrigado Sr. Paulo….
- E tem mais, a GVT nunca me ligou sábado às 9 da manhã.
- Obrigado pela compreensão, Sr. Paulo, tenha um bom dia.
“Sabe aquela coisa do seu pai falar desde moleque ‘vai estudar’? Eu insisti, acreditei, foram sete anos… e agora que saí falei: ‘Viu, pai? Eu consegui!’”
Rafinha, ganhador do BBB 8, sobre vencer na vida sem estudar, sem trabalhar, sem comer ninguém no BBB.
Basta um troço ser bacana pra que se denuncie aos quatro ventos:
“Não tem coisa melhor que … !!”
E sempre tem um troço melhor, sempre tem algo novo pra substituir as reticências ou preencher as lacunas; não passam nem vinte e quatro horas antes de encontrares um novo melhor momento na tua vida e não tem coisa melhor do que saber disso.
You’ll break your heart many times in a lifetime.
And every single time will be as painful as the first one was.